sábado, 25 de maio de 2019

COMEÇARAM AS PRAGAS DO APOCALIPSE! PREPARE-SE!


Tudo já estava escrito.
Porém, quem deu crédito?
Mas, sei, para isto também ...
Também há inúmeras respostas.
Mas, somente uma é a verdade.

SEGUIR EM FRENTE!




O que é seguir em frente? SEGUIR EM FRENTE?

Seguir em frente é a arte de superar todo abandono!

Ser ajudado nos priva à liberdade. Melhor obedecer que sacrificar. Se não há o que obedecer, melhor não se apoiar. A Bíblia diz: “Onde estiver teu coração, ali estará seu tesouro.”. E entendo a partir disto, que para tudo que fazemos em amor, teremos devida recompensa! Não por interesse, mas, por regra inevitável de vida. Que nos devolve nosso bem pelo bem de se fazer, sem nos exigir nada em troca!

Deixando de lado a convicção do tema religioso. E falando mais sobre as parciais verdades do dia á dia. Eu reafirmo que sempre tento não tomar nada como certo. Apenas lido com o que acontece. Qualquer tipo de expectativa soa pra mim como súbita insensatez. Não me parece apropriado me considerar importante pelo que eu faço. A vida me ensinou que este não é um posicionamento sadio, sólido. E que fazendo desta forma posso me frustrar.

Evitar os jargões, e as máximas de efeito do tipo: “Sabe quem eu sou?” Ou “Conhece minha história?”, me parecia na época em que eu era jovem, uma forma de empoderamento, atualmente, percebo como razoavelmente infantil. Parece mera blindagem. Protegendo meu corpo frágil. Como máscara que esconde meu olhar de coração mole! O que a mim era fantástico, hoje, percebo como ridículo! Tento não fazer mais isto comigo mesmo.

Eu espero que eu tenha aprendido esta lição. Se eu me considerasse alguém digno para dar conselhos. Daria um neste dia. Focalize sua energia naquilo que te faz perceber o quanto você de fato é bom! Se dedique naquilo que você realmente é capaz! Não desperdice tempo, oferecendo pérolas aos porcos. Tão pouco se conforte com a neblina da vitimização. Ambas lhe reduzem e te adoecem. Migram seu potencial, isto quando não impedem seu progresso. Lhe furtando sua chance de evidente sucesso.

Ninguém lhe dirá isto, antes que você acredite tanto em si mesmo, antes mesmo, que tentem te encorajar ao contrário, e você, jamais concorde. Pois, possui a certeza de quem é, e onde deseja chegar! E não há ninguém, melhor que você mesmo, para perceber isto primeiro! Então, se dedique, lute, persevere, resista, insista naquilo que você espera e trabalhe para existir! Você pode. Mas, nunca saberá do que é capaz até tentar.

Nossas experiências, nos servem, entre tantas outras lições, para nos ensinar que existem tantas outras, que não conhecemos, e que são tão emocionantes quanto às nossas. Isso nos inspira, e eleva nosso entendimento de que não é correto se lamuriar, denunciando o óbvio, anunciando o evidente, criando ao nosso redor, razões para justificar a vida não ser do jeito que imaginávamos.

Primeiro, pois isto, não nos conduz a superação. Segundo, pelo fato disto, nos parear pelo aparente fracasso. Como se o destino estivesse escrito, nosso livre arbítrio não significasse nada. E o fruto de nossas escolhas fossem sempre trajetos do nada á lugar nenhum! Isso é brutal! É cruel pensar assim! Deixar de acreditar em nós mesmos. Naquilo que somos capazes de fazer. Apenas por causa das circunstâncias que momentos ruins nos impõem. Ei, garota, enxugue minhas lágrimas? Sorria!

Nosso elemento de sucesso, varia de nos identificarmos como realmente somos, e do que precisamos fazer, para nos tornarmos ideal para grandeza dos melhores sonhos, com a ideia, de que se quisermos muito algo, por mais impossível que pareça, sim, isto pode ser real! Por que não? O que é a utopia se não, aquele sentimento que nos move. Algo ludico que nos lança ao sonho, na busca pela felicidade no provável impossível.

Outro fator que sempre desejei explicar as pessoas, é que o valor de quem sou, com meus talentos e dons não estão à venda. Não trabalho por dinheiro. O considero relativamente necessário. Porém, não é o mais importante, ao ponto, de determinar um salário por meu profissionalismo, o esforço intelectual, ou atividade política, quem sabe uma obra artística ou literária. Não faço por mérito financeiro, o faço pela posteridade! O faço na idealização de me eternizar como útil!

De jamais ser apagado da memória de todos que precisaram de mim. Minha honra não está à venda! E se estivesse, dinheiro nenhum do mundo seria suficiente. Não trata-se de eu me super estimar como perfeito. Mas, de eu jamais me restringir a me subestimar pela imperfeição que me rotulam, por avistarem o frasco de quem eu sou, sem captar meu real conteúdo! É minha generosidade que me faz não ser um homem pobre.

Pois, carrego valores nobres, que valem uma fortuna, já que estão raros nas bagagens expostas pelos meus contemporâneos. Não se trata de possuir tudo que quero. Mas, de admitir, que sempre tenho tudo que preciso. É de fato, a única prosperidade sentida. Não é cobiça vã. Tão pouco aflição da ambição. É a serenidade, e a calma dominando meu ser. Fazendo de meu coração algo tão gélido e sólido, que queima a quem tocar. Cristaliza os lábios de quem ousar se aproximar.

Me blinda contra as desventuras de uma vida de altos e baixos. Recheadas de decepções, traições, e abandonos! Eu não desejo possuir muitas coisas materiais. Nunca desejei. Apenas o que eu queria era manter a minha felicidade. E compartilhar ela com aqueles que conviviam comigo. Se tratava apenas disto. Nada mais. Sério, se eu pudesse dizer, o que eu realmente quero neste momento, é continuar trabalhando com pessoas criativas, dinâmicas, interessantes, magníficas, que me faça sentir mais próximo de mim mesmo.

Que me inspire a me tornar um ser humano melhor, mais talentoso. Que absorva minha mente na construção de realidades mais justas, iguais, respeitosas. Quero permanecer tendo poder de mudar a vida das pessoas para melhor! Sim! É isto, eu quero marcar a vida das pessoas. Mudar a vida delas para melhor! Estou cansado de aceitar as coisas como elas são! Estou inconformado. Quero mais de Deus! Mais da vida! Mais de mim mesmo, para fazer com que as pessoas possam ter, e mesmo assim, prefiram ser, serem melhores, cada dia mais e mais.

Hoje uma amiga, com palavras simples e bem objetiva, me incentivou a seguir em frente. A intenção dela foi boa. O objetivo dela era me ajudar. Já fui abandonado muitas vezes na vida. Já me senti traído muitas vezes na vida. Já fui desamparado mais vezes que eu possa contar. Por isto, sou muito intenso, em tudo que eu faço. Eu tento desfrutar de tudo que posso, enquanto tenho. Pois, eu sei, que cedo ou tarde, irão tirar isto de mim. E sempre tiram.

Na vida, tudo é pueril, passageiro. Até as amizades. Sempre gostei de registrar todos os acontecimentos. Por entender, que ora ou outra, sendo boas ou más experiências, tais momentos, inevitavelmente irão passar. Gosto de olhar o álbum de fotografias na estante empoeirado, e abrir-lo, e descobrir a estoria que cada imagem me conta. Sei que nem todos partilham do mesmo anseio. Talvez por não entenderem que eles, naqueles instantes, são tudo que eu desejava não perder.

Mesmo sabendo nunca haver tido de fato. O que resta pra mim, são sempre as recordações. As lembranças. As memórias. As fotografias. Nada mais! E as pessoas sempre me dizem o mesmo. Siga em frente. Meu tudo fica pra trás. E eu sigo, com o que sobra do meu coração. Estes sentimentos, essas vivências, são meus maiores tesouros! Sempre que estes términos inusitados ocorrem, a pressão se eleva. São golpes fortes da vida. Me dizendo, fica no chão. E eu me ergo! Sempre me ergo mais forte. Podia fugir. Mas, pra onde?

Porém, não quero fugir da vida, por momentos ruins que me furtam a alegria. Pois, eu possuo esperança sobre quanto a vida bela ainda pode ser. A vida tem potencial pra isto! Para ser ineditamente bela, não importando quantas vezes eu tenha que tentar de novo, até me realizar completamente em ser feliz! Mas, não quero experimentar está felicidade só! Quero sempre compartilhar-la. As perdas foram muito difíceis. Ninguém imagina quão difícil foi ter que lhe dar com estas situações. Mas, eu tento prevalecer. Tento suportar. Com a mesma voz, siga em frente!

Tudo que faço hoje, é para homenagear pessoas que amei, e que perdi. Por isto, eu permaneço fazendo o que faço! Isso é o que me compõem! Não é um papel. Trata-se da pureza de quem eu sou! Sem máscaras, não por espelhos, sem armaduras, apenas meu eu frágil, sufocado em mil emoções! Como criança que gira no ar! Então eu aproveito a vida ao máximo. Por entender, ser isto, que as pessoas esperam de mim. Que eu me erga, que eu não pare! Que eu não desista. Que eu siga em frente!

Às vezes uma tragédia pessoal acaba nos quebrando em mil pedaços. E a gente em uma atitude súbita, tentar juntar os caquinhos. E colar de volta, só que não dá. Mesmo que desse, jamais seria o mesmo. O que resta fazer, é aceitar. Recolher tudo, e abandonar em uma lixeira, para que ninguém se corte. Mais uma vez, se precisa seguir em frente. Permanecer sendo uma pessoa legal. Não abrir mão de ser bacana. Ajudar quem precise de você, permanecer pronto pra viver e ser novamente abandonado. Até que você seja a lembrança que todos desejam novamente possuir, e você siga em frente, rumo a eternidade!

Vos deixo o fragmento da seguinte canção, caso alguem, algum dia, lembre de mim:

"Se tudo mudou, contigo, não, sou mais o que sou. Pra trás eu deixo, aquilo que fui. E as cartas que eu escrevi, longe de ti. Se tudo mudou, eu abro as velas da embarcação. Na esperança, que pela manhã, avistarei, o porto, onde lhe encontrarei. O "Porto" onde te reencontrarei.". - Os Arrais.

- Sabe o que é seguir em frente? É me despedir, só que desta vez, pra sempre. Mais uma vez, abandonar ou ser abandonado por aquilo que amo.

Finalmente, poderia lhe dizer até logo, mas, acho que deseja ouvir adeus.
Afinal, você deve ser mais uma pessoa que deseja que eu siga em frente.

E eu seguirei?

Ninho,
Sem versão.
Sem conto.
Apenas tom:
De abandono e despedida.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

FLOR CRESÇA!




Não aguento a ladainha, de todo dia, ter que ouvir o resmungar, do murmurar ao blá-blá-blá.

Não cedo, nem cedia, a valentia, a covardia, da rebeldia de quem só sabe maltratar.

Não espero o teu desprezo.
Tanto tédio eu rejeito.
No império, tanta monotonia tenta sufocar. Ah! Aah! Aaaah!

Teu ego massageio...
Em meu blog, lhe escrevo
Pra dizer, o que levará uma vida inteira pra encontrar!

Lhe dizer, que levará tua vida inteira para desvendar!
Lhe dizer, que levará uma vida inteira para entender!

Que espero de você
Eu desejo pra você
Que possas crescer!
Te ver florescer!

Não prefiro a calmaria do verde claro, nem a tranquilidade da paz do claro azul.
Prefiro a doçura do mel de teu olhar, que me atrai, com cor caramelar, só para me hipnotizar!

Não me reservo em preconceito.
Eu encaro meus receios.
Em meus braços, levará uma vida inteira para me esquecer.
Seus ouvidos, levarão uma jornada inteira para entender
Tua alma talvez se torne eterna sem tu perceber!

Que o que quero de você!
Meu desejo pra você.
É te ver crescer!
Te fazer florescer!

Não espero por você!
Só desejo de você!
Que possas crescer
Finalmente florescer.

Ninho,
Versão: Cultivador!
Tom: Puro
Conto: Pra não dizer que esqueci a flor!
O vosso Semear.

RUMI - Leticia Sabatella e Marcus Viana - A Hora da União - Álbum Poema...

Rumi foi talvez o maior poeta e filósofo árabe de todos os tempos. Ao lado de Omar Khayam e Kalil Gibran, ele forma um imenso universo de beleza e poesia.Reunir esses poetas em um cd de musica e poesia, foi o que fizeram Letícia Sabatella e Marcus Viana. "A Hora da União" que aparece neste vídeo , é um dos poemas do cd "Poemas Místicos do Oriente" distribuído pelo selo independente Sonhos e Sons. Escrito por Rumi, considerado um mestre espiritual de primeira grandeza, que criou uma verdadeira escola de filosofia no século XII , teve a musica especialmente composta por Marcus Viana para a sensível interpretação de Letícia Sabatella.

Siga-o:
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Instagram: @marcusviana_oficial
www.marcusviana.com.br
www.sonhosesons.com.br

TRANCADO NO QUARTO



Eu gosto de brincar, mas tudo é tão sério. Eu gosto de andar pelas ruas sem mistério. Mas não dá pra ser assim. Papai e mamãe falaram pra mim

Queria não olhar com tanta desconfiança. Queria muito crescer só com as boas lembranças. Mas no quarto a vida me trancou. Vou gritar bem alto. Alguém me escute, por favor 🙏🏽!

Aqui quem canta é uma criança. É que eu não sei me defender. Respeitem minha inocência. Só assim o mundo poderá crescer

Será que não estão vendo? Será que não percebem? Será que nunca muda? Eu não sei disfarçar. O meu choro é de verdade. Vem, Senhor, cuidar de mim. Nesse mundo de maldade. Tenho medo de sorrir. Mas, vou tentar, mesmo assim!

Compositores: Anderson Freire
Letra de Trancado no Quarto © MK Music

quinta-feira, 23 de maio de 2019

ORAÇÃO 🙏🏽 DO CONSELHEIRO TUTELAR




A ORAÇÃO DO CONSELHEIRO TUTELAR

Senhor, Meus Deus querido e amado! Quero te pedir, oh, Pai!, uma benção especial:

O Senhor que nasceu e viveu de forma tão humilde
Que em tão tenra idade, já enfrentou a maldade lançada contra as crianças
E a toda a violência que se abateu sobre os infantes, sobreviveu!
E que ao longo de sua vida sempre nos protegeu como seus filhos,
E que para as crianças sobre dar relevo especial e orientação singular
Preciso muito que seja a fonte da minha energia,
A minha coragem e ousadia
O meu Guia!
Para que eu sempre lute pelo Bem!
E Proteja o Infante e a Juventude!

Conceda-me força para conduzir-me, sem temor, no fiel cumprimento desse papel
Faça-me tenaz, porém equilibrado
Para que respeite a Família, o Educador e toda Autoridade,
Porém, dai-me vigor para exigir respeito à missão que desempenho

Preencha-me de coragem, Senhor, para enfrentar os que aparentam mais força
Faça-me sábio para com estratégia e maestria
Conquistar a cooperação dos que me cercam,
Das autoridades aos colaboradores,
E com as Famílias, me proporcione um Dom Especial,
O de envolvê-los na Grandeza do seu Amor,
Para dissolver as desavenças
E despertá-los para a harmonia,
O Acolhimento e a felicidade
De viverem em sintonia com seus filhos
Com respeito ao Direito,
mas com Amor no Peito

E quando o Direito exigir uma postura
Que eu não hesite, faça com Jeito,
Mas com Peito, enfrente,
Avance, diligente e até represente,
Sem medo de quem enfrente,
Enfim, restabeleça o respeito
Ao infante e ao adolescente.

Não deixe que meus princípios se deteriorem
Nem que minha motivação se abale
Quando as condições não forem favoráveis,
E as autoridades pareçam não compreender
Ou mesmo quando sofrer hostilidades,
Nessa hora me faça ver, que muito maior
Que essas dificuldades,
É o seu Poder !
E a relevância da minha missão!
Faça-me continuar
E agir
até conseguir!

Ilumine todas as pessoas para que compreendam com exatidão a relevância da minha missão
Mas, quando essa compreensão se turvar,
Faça-me indiferente às críticas e soberano na minha atuação!

Abençoe para minha evolução intelectual e maturidade na atuação!

Enfim, faça de mim, um escudo de proteção das nossas Crianças!
E que eu leve a palavra abençoada que reconcilia as famílias
Mas, se eu falhar,
Proteja nossas Crianças mesmo assim!

Autor: Asdrubal Junior

domingo, 19 de maio de 2019

A UTOPIA



Gabriel Chalita afirma que:  "-A felicidade só deixa de ser utopia, quando nos completamos com a inteligência e o afeto do outro.". E eu compartilho disto, toda solidão é uma completa tolice, que se não nos adoece em depressão profunda, nos enterra vivo, e nos priva do velório e cerimônia. Há uma particula de sabedoria que melhor eleva o paradoxo, do conceito vida e morte. "-Melhor é ir a casa onde há luto, do que onde a festa. Pois, lá, se reflete sobre o fim das coisas.". [Eclesiastes.]

Oscar Wilde sugere que "O progresso não é outra coisa, se não, a realização primeira de todas utopias.". Eu imagino que toda sociedade, privada de esperança se restringirá, ora a completa desordem, outra, ao terrível fracasso. Ambos chancelados pelo caos do retrocesso. Talvez seja isto, que Édouard Herriot desejou dizer com, "- Uma utopia é uma realidade em potência.". Utopia é pra mim, o sonho impossível de ontem, a inspiração ativa do hoje e a concretude plena do amanhã.

Mário Quintana rabiscou-nos a magnifica ideia de que: " - Se as coisas são inatingíveis... ora! Não é o motivo para não querê-las. Que triste os caminhos, se não fora, a presença distante das estrelas.". Reflito que a utopia é o guia que nos inspira a prosseguir. Garantindo ao horizonte distante, o estimulo necessário, o alcance fugaz, não como falsa esperança, mas, como mistério que revela pouco á pouco. Ligeiro, nos acomoda. Se lento demais, nos obriga desistir. Utopia é medida certa do sonho.

Por isso, na dança da vida, no palco dos anjos, sirva como espetáculo Divino. E encante como poesia expressa a inebriar o verbo celeste. Ofereça teu ouro de ofir, entregue teu relicário. Não desfarce seus segredos. Se revele, não por rebeldia. Mas, por apaixonante vontade, onde ousadamente, sua audácia gritará quem é o único dono do teu coração. Que domina seu pensar durante dias. E lhe retira o sono todas as noite. Que te convida em silêncio retornar sempre, ao palácio que sempre desejou pra si.

Tens minha alma. Tens minhas palavras que expressam ela. Tens meu respeito, minha admiração. Mas, se me perder pra sempre. Isto é tudo que irá ter de mim. E aí, veremos se é o amor mera utopia. Deixo-te minha canção e poema:

Não cante uma canção por ser envolvente. 
Guarde o coração e controle a mente. 
Não viva desse sonho, a utopia.
Para perder-se o que conquista 
Só basta um dia!

Sorria, 
O choro dura uma noite, já vem o dia,
Trazendo a alegria pra tua vida. Sorria!
Sorria...

Não dá, sem tua luz não dá.
Não dá, não dá, não dá.
Sem tua luz, reluz! Não dá.
Não dá, não dá, não dá.
Não... não... não... 
Não! Não! Não!

Não poderá mais se conter
Teu choro cessará você vai ver
O brilho voltará a estar em ti
Então, perceberá, vai se cumprir
Tudo aquilo que meu olhar te prometeu
Tudo aquilo que o Divino reservou pra existir.

Meu sonho é o futuro.
Meu futuro, não é ilusão. 
Pois, o passado já se foi.
Acredite você ou não.
E minha utopia se tornou tua realidade.
No ciclo eterno que lhe descrevi
De tudo que era mentira
Só nos restou verdades. 

Ninho,
Versão, Cupido
Tom, angelical
Conto: Lágrimas Imperiais.
Capitulo: A Utopia.

O EMPREENDEDOR



Em uma crise se afirmar apenas não possuir dinheiro, é uma estratégia desesperada, que pode evidenciar despreparo, ou equivoco. Onde nenhuma das duas opções são ferramentas sadias que possibilitarão o fim da crise e o inicio da prosperidade. Tentemos sintetizar o tema para uma esfera menos complexa, seu lar. 

Todo família quando depara-se com acumulo de despesas e redução de arrecadação, primeira estratégia para combater o mal momento financeiro, é cortar custos. Dando preferência enérgica aos extramamente desnecessários. Abre-se mão de regalias e certos confortos para se alcançar determinado equilíbrio financeiro. 

Evitando-se o acúmulo acentuado de dívidas e a perda de bens essênciais ou patrimônios. Assim, que um emprego surge, uma nova fonte de renda garante com que compromissos financeiros sejam honrados, e a qualidade de vida retorne a normalidade padrão.

Porém, quando trata-se da gestão de uma nação, o assunto não é tão simples quanto parece. Para escapar da crise, há uma urgente necessidade de não replicar falácias, utilizar jargões, evitar gurus econômicos, e não reproduzir diletâncias. Dizer não ter dinheiro, não é suficiente. Há de se trabalhar mais. Toda crise é desafiadora. 

Os efeitos das crises são brutais. Então, cortar custos, eliminar gastos, não é suficiente. Cedo ou tarde, luta-se para conquistar novos mercados de consumo. Espera-se a implantação de novas estratégias econômicas. Almeja-se a necessária urgência de proposição e aplicação de uma cartilha ousada de planos para aquecer a economia. 

Gera-se fontes alternativas de rendas. Cria-se novas matizes de mercado formal e informal interno. Assegura-se equilíbrio entre as relações, empregador e empregado. Extinguin-se abusos e excessos. Garante-se ampla abertura para o mercado internacional. Se propõem atrativos e incentivos fiscais para que grande multi-nacionais se instalem dentro de nossas divisas e gerem mais empregos.

Aumenta-se a produção de produtos de alta carência e necessidade no mercado global. Fortalece a qualificação de profissionais de áreas tecnicas de elevado interesse para nação. Promove-se um grande pacto nacional que flexibilize os reajutes economicos com reformas políticas e juridicas, diminuindo o elevado teto de gastos, para caracterizar solidariedade e justiça social com a reforma da previdência. 

Afinal, se não há dinheiro, é dever da nação o esforço de todos setores assumirem suas possiveis contribuições e sacrificios. Paralelo a abertura do mercado, do plano de incentivo, da geração de emprego. Aplica-se uma grande negociação de dívidas. Se compactua com os bancos juros menos elevados, tarifas mais baixas, atenuação das dívidas pautados no valor de origem. 

Com a possível amenização financeira, procura-se restituir o pagamento, recalcular o juros e evitar uma quebra econômica. Se parcela tais contratos em aberto e flexibiliza os gastos e a cobrança para nova realidade financeira do devedor. Faz um acordo com as midias convencionais de uma esfera de conscientização sócio-financeira, uma reeducação econômica. 

Convida o micro empreendedor a se lançar sobre o mercado de rede, na maximização de seus lucros exportando e negociando com mercados estrangeiro através do uso responsável da internet e aproveitamento máximo. Faz um up grade na ampliação, exploração e utização do nosso solo e seus bens minerais. 

E a exportação de alimentos possui um papel relevante na garantia de riquezas acumuladas. Porém, o campo precisa receber investimento tecnológico para melhorar quantidade sem perder qualidade. Se abre uma discursão sadia com empreendedores do mundo inteiro na tentativa da criação de uma liga internacional empreendedora. E se garante o acesso ao fórum global apenas aqueles que possuem interesse de somar e contribuir.

Aumenta as obras públicas. Fiscaliza as questões empresariais com risco de envolvimento político ilícito. Assegura as leis de proteção ao trabalhador. Controla a especulação financeira. Providencia as vendas e exportações necessárias com um acompanhamento intenso dos mercados estrangeiros mais aquecidos. Pune rigorosamente os crimes de leso a pátria. 

Devemos aprender com o histórico das maiores crises internacionais ao menos 4 principais lições: 

• A globalização aumentou a frequência e o alcance das crises financeiras, mas, não a severidade;
• A intervenção dos bancos centrais no início da crise é mais efetiva para limitar o alcance do que quando a crise já está em andamento;
• É dificil prever - em meio a crise à crise financeira - se ela terá consequências econômicas mais amplas;
• Reguladoras normalmente não conseguem acompanhar o ritmo das inovações financeiras que podem deflagrar a crise. 

Quanto ao Brasil, é importante ressaltar que nossa crise além de financeira, é politica, e moral. E que a culpa varia de má gestão á corrupção. Onde toda sociedade é igualmente responsável. Fazendo que nossa cultura esteja terrivelmente viciada no ganho fácil, no atalho, na arte da picaretagem, na malandragem, na frequente "esperteza", no se dar bem às custas alheias. É um câncer. Carece cura!

Será nossa origem histórica da ingenuidade dos tupinambas e tupiniquins de trocar ouro por espelhos? Ou será a vocação herdada dos lusitanos, de malandramente alcançar o que se deseja sem necessitar usar a força. Talvez a cultura da preguiça ala brasilis adquirida genéticamente dos donos da terra, que prestavam pra tudo, menos para serem escravos. E escravos, deixamos de ser ?


Ninho,
Versão, Gestor
Tom, Empreendedor
Conto: Lágrimas imperiais.
Capitulo: Câncer da Corrupção
E a cultura ala brasilis.


CRISES AMERICANAS!


A crise dos EUA e as lições da História

A chamada crise do subprime, ou hipotecas de risco, acontece nos Estados Unidos desde 2007 e vem se intensificando.
Nos últimos anos, com a alta dos preços de imóveis nos Estados Unidos e a alta liquidez (dinheiro disponível para empréstimos) no mercado internacional, os bancos e financeiras norte-americanas começaram a emprestar mais dinheiro para que pessoas com histórico de crédito considerado ruim comprassem casas. Antes, só tinham acesso a essas hipotecas credores com bom histórico de pagamento de empréstimos e renda comprovada.
Além das hipotecas terem risco maior devido ao perfil dos tomadores de crédito, os bancos também passaram a fazer empréstimos não-tradicionais, com juros mais baixos nos primeiros anos do contrato (depois reajustados para taxas mais altas) e prestações iniciais só com o pagamento dos juros.
Os tomadores dessas hipotecas acreditavam que, com o preço das casas em alta, conseguiriam reajustar seus empréstimos e obter condições mais favoráveis quando o período de juros mais baixos terminasse. Porém, a “bolha” dos preços de casas estourou e eles começaram a cair; com isso, muitas famílias passaram a não conseguir pagar suas hipotecas e perderam suas casas. Como o preço das casas caiu, muitas vezes o banco não consegue reaver o que já emprestou ao cliente.
Securitização
Além de o banco que fez o empréstimo ter prejuízo com essa situação, muitas dessas hipotecas são securitizadas nos EUA (agrupadas e transformadas em papéis que são comprados e vendidos). A securitização espalha o risco por todo o mercado e permite que os bancos emprestem mais dinheiro para financiamentos imobiliários; mas essas mesmas características fizeram com que, com a crise, os prejuízos atingissem dezenas de instituições financeiras e de fundos de investimento.
Com o risco espalhado por todo o setor, acontece também uma crise de liquidez, já que as instituições relutam em emprestar dinheiro umas às outras.
DESDOBRAMENTOS
Na tentativa de evitar uam restrição ainda maior do crédito, diversoso bancos centrais injetaram bilhões de dólares no mercado financeiro. Muitos fundos que tinham papéis de mercado subprime tiveram que se desfazer de ativos de outros setores para compensar as perdas.
Nessa altura, o pânico já havia chegado às bolsas de valores de todo o mundo.
O governo Bush anunciou um pacote de ajuda fiscal e prometeu aumentar o seu valor (US$ 150 bilhões). Além disso, o banco central dos Estados Unidos reduziu o juro em 0,75 ponto percentual - de 4,25% ao ano para 3,5% ao ano - e um novo corte da taxa pode vir até o final de janeiro.
IMPACTOS
A crise pode ter impacto na economia brasileira porque, com a desorganização das finanças das famílias e com a redução do crédito disponível nos EUA, pode haver redução no consumo e conseqüente recessão no país. Isso pode fazer com que os EUA comprem menos produtos do Brasil. Além disso, a menor liquidez no mercado global pode fazer com que os investidores prefiram investir em papéis de menor risco, como os do Tesouro dos EUA, tirando dinheiro de mercados como o brasileiro, que têm melhor retorno, mas maior risco.
PERSPECTIVAS INCERTAS
Ainda não se sabe em quanto a economia americana vai desacelerar e qual será o impacto no Brasil e na atividade econômica dos outros países.
Uma parte dos analistas acredita que há um 'descolamento' dos países emergentes. Ou seja, eles não seriam atingidos por uma recessão nos EUA, já que a China e a Índia poderiam absorver as exportações excedentes. Mas, uma outra parte dos analistas tem opinião diferente. Para eles, a China seria afetada por uma recessão nos Estados Unidos e, desta forma, não poderia segurar sozinha a situação da economia dos países emergentes.
AS LIÇÕES DA HISTÓRIA

Quebra de Wall Street repercutiu em todo o
mundo
A preocupação com a viabilidade das hipotecas de alto risco nos Estados Unidos – as chamadas subprimes – se espalhou pelo sistema financeiro, e os bancos centrais foram obrigados a investir bilhões de dólares para garantir que os bancos mantivessem a capacidade de emprestar.
Mas o que ocorreu em crises financeiras passadas, e quais lições podem ser aplicadas na atual?
Segundo o FMI (Fundo Monetário Internacional), houve uma série de crises financeiras no mundo. Entre as principais lições de crises passadas estão:
• a globalização aumentou a freqüência e o alcance das crises financeiras, mas não necessariamente sua severidade;
• a intervenção dos bancos centrais no início da crise é mais efetiva para limitar o alcance do que quando a crise já está em andamento;
• é difícil prever – em meio à crise financeira – se ela terá conseqüências econômicas mais amplas;
• reguladores normalmente não conseguem acompanhar o ritmo das inovações financeiras que podem deflagrar a crise.
A CRISE DAS PONTOCOM, FIM DOS ANOS 90
No fim dos anos 90, os mercados foram iludidos pelo crescimento de empresas de internet como a Amazon e a AOL, que pareciam anunciar uma nova era para a economia.
O preço das ações destas empresas disparou quando foram lançadas na nova bolsa de valores Nasdaq, que compôs um índice especial formado apenas por indústrias de tecnologia, apesar de apenas poucas delas terem apresentado algum lucro.

Quando a AOL comprou a Time Warner,
as ações dispararam
O ápice ocorreu quando a AOL comprou a empresa de mídia Time Warner por quase US$ 200 bilhões em janeiro de 2000, mas, em março do mesmo ano, a bolha estourou e, em outubro, o índice Nasdaq havia acumulado queda de 78%.
A queda teve ampla repercussão, com redução de investimentos e desaceleração da economia americana no ano seguinte - um processo exacerbado pelos atentados de 11 de setembro, que levaram ao fechamento temporário dos mercados financeiros.
Mas o Federal Reserve (Fed), o banco central americano, cortou gradualmente as taxas de juros ao longo de 2001, baixando-as de 6,25% ao ano a 1% para estimular o crescimento econômico.
CRISE DOS FUNDOS, 1998
O colapso do fundo de investimentos Long-Term Capital Management (LTCM) ocorreu na fase final da crise financeira mundial que começou na Ásia, em 1997, e acabou atingindo a Rússia e o Brasil em 1998.
O LCTM era um dos maiores fundos de hedge do mundo, criado por Myron Scholes e Robert Merton, vencedores do Prêmio Nobel de Economia.
Os economistas avaliavam que, a longo prazo, as diversas taxas de juros de títulos de governos de diferentes países iriam convergir, e o fundo negociava na pequena diferença existente entre as taxas.

John Meriwether, um operador
de Wall Street, chefiava o LTCM
Mas quando a Rússia não honrou o pagamento de seus títulos em 1998, os investidores fugiram de outros papéis governamentais, procurando refúgio nos seguros títulos do governo americano, e a diferença entre as taxas de juros dos títulos aumentou rapidamente.
O LTCM, que havia pego muito dinheiro emprestado com outras empresas, estava prestes a perder bilhões de dólares – e para liquidar suas posições teria que vender títulos do tesouro dos Estados Unidos, derrubando os mercados de crédito americanos e forçando o aumento da taxa de juros.
Então, o Fed decidiu que era necessário intervir no mercado. A instituição convocou os principais bancos americanos, muitos dos quais haviam investido no LTCM, e convenceu-os a colocar US$ 3,65 bilhões para salvar a empresa do iminente colapso.
O próprio Fed fez um corte emergencial de juros em outubro de 1998, e os mercados voltaram logo à estabilidade. O LTCM foi liquidado em 2000.
A QUEDA DE 1987
Os mercados americanos sofreram sua maior queda em um único dia em tempos de paz no dia 19 de outubro de 1987, quando o índice Dow Jones da bolsa de Nova York, sofreu queda de 22%, arrastando os mercados da Europa e do Japão.
A disseminação da crença de que informações privilegiadas e a compra de empresas com dinheiro emprestado estavam dominando os mercados, enquanto a economia americana estava entrando em desaceleração, acabou provocando a crise e gerando grandes prejuízos.

Crise em Nova York se espalhou e causou
grandes prejuízos
Também havia preocupação quanto à cotação do dólar, que vinha caindo nos mercados internacionais.
Os temores aumentaram quando a Alemanha aumentou a taxa de juros, elevando o valor de sua moeda.
O sistema eletrônico de compra e venda de ações, recentemente introduzido, exacerbou ainda mais as quedas nos mercados, já que as ordens de compra e venda passaram a ser executadas imediatamente.
A preocupação de que os grandes bancos poderiam quebrar levou o Fed e outros bancos centrais a cortar radicalmente as taxas de juros.
Também foram introduzidos dispositivos de segurança que interrompiam automaticamente os pregões quando os mercados alcançavam determinado patamar de queda, permitindo as autoridades suspender o comércio de ações por curtos períodos.
A quebra pareceu ter pouco efeito direto sobre a economia e os mercados se recuperaram rapidamente.
Mas taxas de juros mais baixas, principalmente na Grã-Bretanha, podem ter contribuído para a bolha do mercado imobiliário de 1988-89 e para as pressões sobre a libra esterlina que levaram à desvalorização em 1992.
A quebra também mostrou que os mercados globais agora estão proximamente ligados, e que mudanças na política econômica de um país podem afetar outros. As leis sobre informação privilegiada também foram endurecidas nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha.
ESCÂNDALO DE POUPANÇA E EMPRÉSTIMOS NOS EUA, 1985
Instituições de poupança e empréstimos eram bancos locais que emprestavam dinheiro com garantia de hipotecas e aceitavam depósitos de investidores, semelhantes às empresas de crédito imobiliário no Brasil.
Com a desregulamentação financeira dos anos 80, elas foram autorizadas a realizar transações financeiras mais complexas, competindo com os grandes bancos comerciais.
Em 1985, muitas dessas instituições estavam à beira da falência, e os consumidores começaram a retirar seu dinheiro.
O governo americano garantiu muitos dos depósitos individuais nas instituições de poupança e empréstimos, e por conta disso teve grande responsabilidade financeira quando elas quebraram.
O governo criou uma empresa para assumir o controle e vender o máximo possível de ativos desses pequenos bancos falidos, como imóveis de devedores, por exemplo.
O custo da operação-resgate chegou a US$ 150 bilhões, mas a crise provavelmente fortaleceu os grandes bancos ao diminuir a concorrência representada pelos pequenos, e abriu o caminho para a onda de fusões e consolidações no setor bancário dos anos 90.
A QUEBRA DE 1929
A quebra de Wall Street em 1929, a "quinta-feira negra", foi um evento que levou a economia americana e global a despencar, contribuindo para a Grande Depressão dos anos 30.
Depois de um imenso crescimento especulativo no fim dos anos 20, baseado parcialmente no surgimento de novas indústrias, como o rádio e a automobilística, as ações caíram 13% na quinta-feira, dia 24 de outubro.

Franklin Roosevelt se tornou presidente
depois da quebra
Apesar dos esforços das autoridades do mercado de ações para estabilizar o mercado, os papéis caíram mais 11% na terça-feira seguinte, 29 de outubro.
Quando o mercado chegou ao fundo do poço, em 1932, as ações tinham perdido 90% de seu valor. Foram necessários 25 anos para que o Dow Jones recuperasse o nível de 1929.
O efeito na economia formal foi severo, já que a aquisição ampla de ações entre a população fez com que o prejuízo atingisse um grande setor da classe média, que perdeu a capacidade de consumo.
Os consumidores deixaram de comprar carros e casas, enquanto as empresas adiaram seus investimentos e fecharam fábricas.
Em 1932, a economia americana tinha diminuído pela metade e um terço da força de trabalho estava desempregada.
Todo o sistema financeiro americano também entrou em colapso, com o fechamento do sistema bancário, em março de 1933, quando o novo presidente Franklin Roosevelt assumiu o governo e lançou o New Deal – uma série de programas implementados para recuperar e reformar a economia e assistir os prejudicados pela crise.
Muitos economistas, de direita e de esquerda, criticaram as respostas das autoridades, considerando-as inadequadas.
O Banco Central americano aumentou a taxa de juros para proteger a cotação do dólar e preservar o valor do ouro, enquanto o governo elevou impostos o que gerou superávit orçamentário.
As medidas do New Deal aliviaram alguns dos piores problemas da Depressão, mas a economia americana só foi se recuperar totalmente na Segunda Guerra Mundial, quando os gastos militares maciços eliminaram o desemprego e impulsionaram o crescimento.
OVEREND AND GUERNEY, 1866; BARINGS, 1890
A quebra de um importante banco de Londres, em 1866, levou a uma mudança chave no papel dos bancos centrais na administração de crises financeiras.
Overend and Guerney era um banco de descontos que oferecia empréstimos a bancos comerciais e bancos de correntistas em Londres, na época, o centro financeiro mundial.
Quando a instituição teve a falência decretada, em maio de 1866, muitos bancos menores não conseguiram obter recursos e acabaram quebrando, apesar de continuarem honrando seus compromissos.
Como resultado, reformadores como Walter Bagehot defenderam um novo papel para o Banco da Inglaterra como "emprestador de último recurso" para garantir a liquidez (dinheiro disponível) ao sistema financeiro durante crises, em uma tentativa de evitar que a quebra de um banco afetasse outros.
A nova doutrina foi implementada em 1890, quando um dos principais bancos britânicos - o Barings - teve os grandes prejuízos realizados em investimentos na Argentina cobertos pelo Banco da Inglaterra para evitar um colapso sistemático dos sistema bancário britânico.
Em novembro de 1890, negociações secretas entre o Banco da Inglaterra e financistas de Londres levaram à criação de um fundo de resgate de 18 milhões de libras esterlinas, antes que a extensão do prejuízo do Barings fosse conhecida publicamente.
Os banqueiros ainda organizaram um comitê para renegociar os grandes débitos da Argentina, mas a crise bancária se alastrou e os empréstimos para o país secaram por uma década.
Fontes: O Estado de S. Paulo | BBC Brasil.

ELE TEM CURA ❤️‍🩹 PARA O CORAÇÃO FERIDO:

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