sábado, 24 de fevereiro de 2018

CRÔNICA DECLARAÇÃO DE AMOR

Decifrando todas formas de dizer o que sinto, aportei em Eça de Queiroz e recitei:

"Tinha suspirado, tinha beijado o papel devotamente. Era a primeira vez que escrevia aquelas sentimentalidades. Seu orgulho dilatava calor amoroso que saía delas. Como corpo ressequido que cerece e aguarda banho intrépido. Senti um acréscimo da porção vívida, de estima por sí mesma, que me pareceu por fim, surgir como arte e existência super interessante. Onde cada ora tinha seu intuito diferente, cada passo conduzia a um êxtase e a alma se envolvia em luxo radioso de sensações."

Mais uma maneira de um centilhão de formas de demonstrar a riqueza do que nutro ao pensar em ti.

Ninho, versão Ultimo Romantico.

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