Uma pessoa sábia é aquela que vê, finge que acredita e deixa os sonsos pensarem que são inteligentes…
Uma pessoa com discernimento, não enxerga o aparente, e sim, as entre linhas, o interior, a intensão na divisão da alma, com espírito, juntas e medula, a sabe apurar quer seja bem ou mal…
Uma pessoa verdadeiramente lúcida entende que a maioria não quer a verdade, quer apenas a confirmação de suas ilusões; por isso, observa em silêncio, porque sabe que a lucidez, quando exposta demais, vira ameaça para quem vive de aparências.
A maturidade não está em responder tudo, mas em escolher o que merece resposta; quem domina essa arte percebe que o mundo não é movido pelo óbvio, mas pelo não dito, pelo gesto mínimo, pelo olhar que escapa, pela intenção que denuncia o caráter antes mesmo da palavra.
E aquele que realmente compreende a natureza humana sabe que não existe máscara perfeita: toda mentira tem uma fresta, todo fingimento tem um tremor, todo disfarce tem um momento de descuido — e é nesse instante que a verdade se revela para quem aprendeu a enxergar com a alma, e não com os olhos.
Porque no fim, a sabedoria não é sobre vencer debates, mas sobre decifrar pessoas; não é sobre ter razão, mas sobre perceber o que ninguém percebe; não é sobre falar bonito, mas sobre entender profundamente aquilo que muitos jamais ousam encarar dentro de si.
E no fim, a verdadeira grandeza está em quem aprendeu a caminhar por entre as sombras sem se tornar uma delas; em quem entende que a vida não exige plateia, exige consciência. Porque o sábio não precisa provar nada ele apenas segue, enquanto os outros tentam decifrar o silêncio que ele deixou para trás.
A alma madura sabe que cada pessoa revela exatamente quem é quando acredita que ninguém está percebendo. E é nesse instante que o discernimento se torna ouro: ele separa o brilho verdadeiro do brilho pintado, a essência da performance, o caráter da narrativa.
No fundo, a vida sempre recompensa quem enxerga além do véu. Não com aplausos, mas com paz. Não com reconhecimento, mas com clareza. Não com seguidores, mas com a rara liberdade de não precisar ser entendido.
Porque a sabedoria não é um troféu é um estado. E quem alcança esse estado não disputa, não implora, não se justifica. Apenas vive, observa, compreende… e segue adiante, deixando que o mundo descubra, tarde demais, que subestimou justamente quem já havia entendido tudo desde o começo.
E foi assim que ao me ver partir muitos finalmente perceberam que perderam uma boa pessoa.
E o mais triste disto tudo, que a maior lição é que eu jamais retorno ao lugar onde fui abandonado desde que minha própria mãe me abandonou no berço!
Se vocês pertencessem ao mundo, ele os amaria como se fossem dele. No entanto, vocês não são do mundo, mas eu os escolhi dentre o mundo; por isso, o mundo os odeia. João 15:19
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- Edson Alves ( @juninhogead )